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Mato Grosso vacina 99,6% do rebanho durante a segunda etapa da campanha contra Febre Aftosa

Na segunda etapa de vacinação contra Febre Aftosa realizada de 1º a 30 de novembro de 2014 em Mato Grosso, 28.376.081 animais, entre bovinos e bubalinos de mamando a caducando, o que corresponde a 99,6% do rebanho, foram vacinados. Desde 2005 as etapas têm alcançado índices de vacinação superiores a 99%, verificando-se homogeneidade entre as regiões do estado. O balanço da vacinação foi divulgado na sexta-feira (23.01). Mato Grosso tem o maior rebanho do país, está livre da doença há 19 anos e é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre de febre aftosa com vacinação. Os números atualizados da população de bovinos e bubalinos revelam um total de 28.487.977 animais no Estado. Existem 103.859 propriedades de atividade pecuária no estado. O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) esteve pressente em 3.316 propriedades e acompanhou a vacinação de 2.565.373 cabeças. De acordo com o presidente do Indea, Guilherme Nolasco, “a baixa inadimplência é resultado de incessantes trabalhos de divulgação, educação sanitária, fiscalização, e principalmente da conscientização e apoio dos produtores rurais, que confiam nessa iniciativa para manter o rebanho livre da doença”. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Seneri Paludo, destacou que o resultado da campanha é um exemplo positivo. “Representa não só a preocupação econômica, mas também a preocupação do pecuarista com a segurança alimentar”, afirmou. O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), José Bernardes, falou sobre a parceria entre o setor público e privado na manutenção do estado de sanidade animal. “Nós temos divulgado e temos certeza que os pecuaristas estão conscientes da necessidade de manter esse trabalho, porque Mato Grosso desfruta de um estado sanitário ímpar no Brasil. É fundamental esse trabalho de conscientização que o Indea desenvolve”. Rogério Romanini, diretor de relações internacionais da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), e o Superintendente Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Francisco Moraes Chico Costa, também estiveram presentes durante a apresentação do balanço da vacinação, e se mostraram satisfeitos com os resultados. O Indea está visitando as propriedades que não realizaram a vacinação do rebanho dentro do prazo da campanha. O produtor é notificado e sofre sanções como multa em 2,25 Unidade Padrão Fiscal (UPF) por animal não vacinado. E ainda tem até 72 horas, da data da comunicação, para realizar a vacinação assistida por um técnico do Indea. As atividades realizadas pelo Instituto contam com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e ainda com entidades ligadas ao setor pecuário, como a Famato, Acrimat, Acrismat, Sindifrigo, Ovinomat e o Fesa, que contribuem com as medidas de prevenção contra a febre aftosa. A doença - Em 1996 foi registrado o último foco de febre aftosa em Mato Grosso, que desde então tem se mantido livre da doença. O estado participa anualmente do estudo de monitoramento da eficiência da vacinação contra a febre aftosa na zona livre, sob o acompanhamento do Mapa. A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. A enfermidade é transmitida principalmente pelo contato entre animais doentes e sadios. O vírus também pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas (mãos, roupas e calçados) que entraram em contato com os animais doentes.

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População de Nova Bandeirantes se revolta contra aumento de impostos

A população de Nova Bandeirantes está revoltada com o reajuste de 323% no valor dos impostos municipais cobrados pela prefeitura. A lei passou a vigorar neste início de 2015 quando os comerciantes receberam as cobranças de alvarás. Quem pagava R$ 252,00 recebeu um boleto de R$ 1.066,00, a exemplo do empresário Amarildo Viana, dono da Agropecuária Globo.

“Para mim isto não é aumento. É um abuso! Esperávamos um reajuste de 30% a 40%, nas não estes valores exorbitantes. O povo de Nova Bandeirantes está indignado com esta administração”, protestou o empresário Amarildo, que fala em nome de 5 lojas agropecuárias da cidade. “As empresas de nosso segmento se surpreenderam com os valores e não vamos aceitar sermos lesados pela prefeitura”, acrescentou.

A classe empresarial também reclama da falta de transparência na aprovação do projeto. Amarildo disse que a população chegou a ser convocada para uma audiência pública, mas como a administração municipal está desacreditada e com a imagem com muito desgaste, poucas pessoas participaram do evento.

A lei foi aprovada em 2013, mas só passou a vigorar este ano. O projeto de número 765\2013 foi protocolado na Câmara Municipal no dia 11 de dezembro de 2013 e votado em sessão extraordinária no dia 16, permanecendo apenas 5 dias em tramitação.

Conforme uma fonte desta coluna, o projeto que tem cerca de 500 páginas e 397 artigos, teria que tramitar pelas comissões da Câmara de Nova Bandeirantes, pelo menos 17 dias úteis para ser analisado pelos vereadores e receber os pareceres das comissões.

Uma fonte, que pediu para não ser identificada, disse que os vereadores, que aprovaram por unanimidade o projeto, sequer o leram porque não houve tempo suficiente para isto. “Os vereadores estão sendo questionados pela população e dizem que não votaram a favor do projeto, mas ele foi aprovado por unanimidade”, observa Amarildo.

Na próxima segunda-feira, 26, a classe empresaria e representantes dos setores organizados da sociedade, vão se reunir com os vereadores e com representantes da prefeitura. “Queremos a revogação desta lei. Sabemos que temos que pagar os impostos, mas não aceitamos um aumento nesta proporção. Se a lei não for revoga pela prefeitura, vamos entrar na justiça e buscar os nossos direitos”, assegura Amarildo.

 

Vereador reconhece falha - O presidente da Câmara Municipal de Nova Bandeirantes, Marino Francisco Domingues, reconhece que houve falha na aprovação do projeto e defende a sua revogação. “Todos os vereadores votaram pela aprovação do projeto, mas foi um erro. O valor está alto demais e vamos ter que encontrar uma forma de resolver a situação”, afirmou.

Marino está ao lado da população e vai cobrar uma solução por parte da prefeitura municipal. “Vamos ter uma reunião na próxima segunda-feira para discutirmos esta questão. Que vou cobrar da prefeita a revogação da lei. Foi um erro esta lei ser aprovada. Vamos ver agora se tem como revogá-la”, disse o vereador.

Ele justificou que está há apenas 20 dias na presidência da Câmara e mora em um assentamento localizado a 100 quilômetros da cidade, o que dificulta o seu trabalho parlamentar. “Estou conversando com os vereadores para que eles analisem as matérias antes de votá-las. Quanto a este projeto, a Câmara já votou e só nos resta ver se tem como revogá-lo”, acentua o presidente da Câmara.

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Piracema de seis meses preocupa setor pesqueiro

Uma notificação recomendatória do Ministério Público Estadual à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) está repercutindo mal entre pescadores e setor hoteleiro de Mato Grosso. O documento propõe a ampliação do período de piracema para seis meses já a partir deste ano.

Ao invés do atual intervalo para desova dos peixes nas cabeceiras dos rios entre novembro e fevereiro, o MPE quer a consequente proibição da pesca de outubro de 2015 a março de 2016. A notificação foi emitida pela 15ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente Natural.

O MPE defende que o documento foi pautado em um relatório elaborado pelo doutor em ictiologia Francisco de Arruda Machado, que teria, inclusive, chegado ao período de seis meses e entre outubro e março como o “mais adequado para a proibição da pesca”. O mesmo documento lembra a necessidade de estudos técnicos por parte da Sema, visando acompanhamento do processo reprodutivo da ictiofauna.

“A sequência de 24 meses de estudos sobre desenvolvimento gonadal mostraria de forma segura o período de defeso, piracema, de outubro a março, em ambas as bacias, do Paraguai e Amazônica, e com uma lei de pesca adequada poderia manter alto o grau de sustentabilidade do sistema pesqueiro. Manteria modos de prática pesqueira equilibrados e, fundamentalmente, os processos reprodutivos das espécies de piracema que, com boas práticas de conservação, permitiria que muitos dos nossos peixes continuassem a existir nas bacias hidrográficas de Mato Grosso”, afirma trecho do estudo do doutor Francisco Machado.

“O problema é que já estamos sofrendo com essas mudanças na lei do seguro-desemprego anunciadas outro dia pelo governo. Ninguém sabe direito quanto vai receber nem se vai conseguir garantir o direito, e agora mais essa ainda de nos deixarem sem poder pescar por meio ano? Estão de brincadeira”, reclama Júlio (nome fictício, pois ele pediu pra não divulgar o nome verdadeiro), pescador tradicional da região do Santa Isabel/Passagem da Conceição.

Com ele concorda o presidente do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes, Luiz Carlos Nigro. Para ele, não haverá impacto de preservação, somente na economia de quem precisa do ciclo atual da pesca. “Se isso for colocado em prática, será muito ruim a partir do momento em que for implantada, podendo inclusive gerar desemprego, pois há hotéis que vivem exclusivamente da pesca. E aí, como eles vão fazer? O único jeito será dispensar os funcionários”, afirma.

PROBLEMA COMPLEXO -- Acontece que a própria Sema já reconheceu a necessidade de ampliação do período da piracema em relatório de monitoramento reprodutivo de peixes reofílicos na bacia do Alto Paraguai, feito entre os anos de 2007 e 2011. “Espécimes em maturação são observados no mês de setembro e com alta frequência em outubro, indicando que ocorre atividade reprodutiva fora do período legalmente instituído, ou seja, a atividade reprodutiva se inicia antes do período de defeso”, concluiu o relatório da Sema à época.

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11 deputados terminam mandato e recebem último salário de R$ 20 mil

Onze deputados estaduais vão se despedir desta legislatura, quando seus mandatos forem finalizados no próximo dia 31. Junto com eles, vão embora também os salários de R$ 20 mil mensais. Se for contabilizado as Verbas Indenizatória (R$ 35 mil) e de Gabinete (R$ 51 mil) o montante ultrapassa R$ 106 mil mensais. O motivo do "desemprego" dos parlamentares são diversos, dentre eles, os que não disputaram a eleição, os que concorreram a outro cargo e os que foram derrotados na tentavia de se reelegerem,  como é o caso de Ademir Brunetto (PT) e Airton Português (PSD).

Para o Brunetto, o salário não irá fazer falta em razão que nunca dependeu da política para sobreviver. Além disso, segundo o petista, doava os vencimentos de deputado para uma casa de apoio. “Agora vou cuidar da minha fazenda e os bois. Não fiz despesas, nem levo uma vida luxuosa e de ostentação. Minha origem é humilde”, relata.

Outro que deixa de receber o salário é Jota Barreto (PR) em razão de ter se aventurado na Câmara Federal sem êxito, conseguindo, apenas, a suplência. Dos que não atuaram mais na Assembleia, o único que se deu bem e elevou seu salário foi Ezequiel Fonseca (PP), haja vista que obteve vitória nas urnas e se elegeu deputado federal. Agora, o progressita passará a receber com o aumento, R$ 33,7 mil mensais. Com os benefícios, o montante supera R$ 140 mil.

 O aumento do salário também se dará na esfera estadual, haja vista que os deputados estaduais recebem 75% do salário da Câmara Federal. Com isso, os vencimentos parlamentares do Estado, a partir de 1º de fevereiro, passarão dos R$ 25,3 mil por mês, sem contar com os benefícios.

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LIMPEZA EM MT: Taques exonera 65 e acaba com indicações políticas em Ciretrans

O governador Pedro Taques (PDT) fez a exoneração de 65 servidores comissionados na última sexta-feira. Em contrapartida, ele nomeou 15 servidores fazendo basicamente remanejamentos na Politec (Polícia e Perícia Técnica) e também na Procuradoria Geral.

Na secretaria de Trabalho e Assistência Social, foram demitidos mais nove servidores. Dentre eles, está o secretário adjunto de Assuntos Comunitários, Benjamin Franklin de Araújo, além de oito assistentes e assessores técnicos.

Regiane Berchielli foi exonerada da secretaria adjunta de Planejamento. No Detran (Departamento Estadual de Trânsito), o delegado Roger Elizando Jarbas dá sequência do processo de "depuração" do orgão demitindo 37 servidores, sendo a maioria chefes de Ciretrans indicados por lideranças políticas.

Numa medida inédita, ele acabou com este tipo de prática e designou 31 servidores de carreira para responderem pelos orgãos espalhados pelo interior. A ação reduz os gastos com subsídios e também reduz o uso político das unidades do Detran.

DETRAN

EXONERADOS 37

EDMUNDO BATISTA TORRES - Chefe da 13ª Ciretran do Município de Dom Aquino

HERÁCLITO DA COSTA E SILVA – Coordenador de Fiscalização e Credenciados

ADRIANA TERESA NUNES DA CUNHA CARNEVALE – Coordenadora de Aquisições e Contratos

GENEROZA CLERY GIRALDI MONTEIRO – Coordenadora de Controle e Formação de Condutores

JANETE BENOSKI – Coordenadora de Credenciamento

MARIA DO CARMO RODRIGUES DE OLIVEIRA – Coordenadora de Registro Nacional de Veículos

AUGUSTO SÉRGIO DE SOUSA CORDEIRO – Gerente de Registro Nacional de Veículos

MAX DE MORAES LUCIDOS – Gerente de Contratos

ROSA AMÉIA SOARES VARGAS – Coordenadora de Gestão de Pessoas

ROBERTO RAMOS DOS SANTOS – Gerente de Exames Teórico e Prático

ANA MARIA RODRIGUES DO PRADO - Coordenadora de Apoio Logístico

ANTÔNIO GOMES SIMÃO – Chefe da 25ª Ciretran do Município de Juina

EDSON CARLOS DE CARVALHO – Chefe da 37ª Ciretran do Município de Sorriso

WILTON ORTEGA DE SOUZA – Chefe da 26ª Ciretran do Município de Mirassol D’Oeste

IVALDELIR FERREIRA DE SOUZA ALVES – Chefe da 18ª Ciretran do Município de Jaciara

MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE – Chefe da 21ª Ciretran do Município de São Félix do Araguaia

JOSÉ CARLOS DE ALMEIDA – Chefe da 16ª Ciretran do Município de Alto Garças

EMERSON ALVES SABINO – Chefe da 15ª Ciretran do Município de Poconé

PEDRO GOMES ALVES MENEZES – Chefe da 14ª Ciretran do Município de Arenápolis

ILDETONIO ANTONIO CAVALCANTE – Chefe da 9ª Ciretran do Município de Diamantino

LUIZ GONÇALO DE OLIVEIRA – Chefe da 6ª Ciretran do Município de Rosário Oeste

FLAVIO DE ALMEIDA MATOS – Chefe da 32ª Ciretran do Município de Peixoto de Azevedo

EDNA MARIA DE JESUS COSTA – Chefe da 41ª Ciretran do Município de Pedra Preta

JOSÉ RUBENS PIOVEZAN – Chefe da 42ª Ciretran do Município de Comodoro

FRANCISCO RODRIGUES FILHO – Chefe da 48ª Ciretran do Município de Rio Branco

MARCIO CARVALHO DA MATTA – Chefe da 53ª Ciretran do Município de Nova Olimpia

ARNALDO APARECIDO ANANIAS – Chefe da 57ª Ciretran do Município de Sapezal

ARY ROSANELLY BOLES – Chefe da 60ª Ciretran do Município de Brasnorte

VANDERLEIA FERREIRA DA SILVA – Chefe da 61ª Ciretran do Município de Confresa

JOÃO DA SILVA MENEZES – Chefe da 62ª Ciretran do Município de Aripuanã

ALEXANDRE RIBEIRO MAGALHAES – Gerente de Execução Financeira

LAERCIO AMARO ALVES – Gerente de Patrimônio Imobiliário

JOSÉ ALBERTO DA CRUZ - Chefe da 39ª Ciretran do Município de Araputanga

WILSON BOSCO DE OLIVEIRA - Chefe da 4ª Ciretran do Município de Cáceres

JOSÉ DAS NEVES DE ALMEIDA – Chefe da 54ª Ciretran do Munícipio de Nobres

LIDIANY DAS CHAGAS SOARES – Chefe da 8ª Ciretran do Munícipio de Barra do Bugres

ALBERTINHO NOVELLI – Chefe da 44ª Ciretran do Munícipio de Nova Mutum

MARCELO MARCOS SVERSUT – Chefe da 34ª Ciretran do Munícipio de Colíder

DESIGNADOS PARA CIRETRANS 31

NELCINDA RAMOS DA SILVA - CÁCERES

GLEISON LUIZ DOS SANTOS - SORRISO

MARIO SERGIO BERTUSSE - JUINA

DONIZETE TAVARES DE JESUS - COLÍDER

ROSIMARA MONTEIRO MARTINS - JACIARA

VERA LUCIA PEREIJAO - JUARA

VANUZA ALVES RIBEIRO - NOVA MUTUM

GILSOMAR DE ALMEIDA - ROSÁRIO OESTE

MARIA RITA SCHARDONG FERRÃO - BARRA DO BUGRES

CAROLINE MILHOMEM KAZY SOM - DIAMANTINO

HELIDA CRISTINA DA SILVA - DOM AQUINO

ORISMAR DOS SANTOS ANDRADE - ARENÁPOLIS

ELISÂNGELA FERREIRA DA SILVA - POCONÉ

ALCIANE BERGOLI DE OLIVEIRA - ALTO GARÇAS

GRACIENE BARREIRA DOS SANTOS - SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA

DJULLYA TALLYTA DE SOUZA LIMA - PEIXOTO DE AZEVEDO

MARINÉIA DA SILVA - PORTO DOS GAÚCHOS

JOAO PAULO SOUZA RIBEIRO - TORIXORÉU

MACARIO ETIENE DA SILVA - ARAPUTANGA

MIRELLY XAVIER RODRIGUES - PEDRA PRETA

TANIA FERREIRA DE JESUS - COMODORO

FELIPE RICARDO LUCAS ROSA - JAURU

SUELLEM FABRINY ZANOL - RIO BRANCO

ROGÉRIO MANOEL ROSSETO - TERRA NOVA DO NORTE

REGINALDO ALMEIDA SANTOS - NOVA OLÍMPIA

ANDREIA MATIAS FOGUES LIMA DOS REIS - NOBRES

HERALDO CASTRO ALVES - SAPEZAL

DEBORAH GOMES - BRASNORTE

HETELMA CHAGAS GONÇALVES - CONFRESA

ELIENE DOS SANTOS BRAGA - ARIPUANÃ

EDINALDO RIBEIRO SILVA - COLNIZA

LETICIA BARRETO VERSSALI - MIRASSOL D’OESTE

SETAS 9

EXONERADOS

BENJAMIN FRANKLIN LIRA DE ARAÚJO - Secretário Adjunto de Assuntos Comunitários

KENNEDY RODONY DE JESUS MARQUES – Assessor Especial II

RITA DE CÁSSIA FERREIRA DA SILVA – Assistente de Gabinete

ISARA SOARES DA SILVA – Assistente Técnica II

JONAIL DA COSTA SILVA – Assistente Técnico II

JOSÉ MAURÍCIO PEREIRA FILHO – Assistente Técnico II

JURANDI JESUS VIEIRA – Assistente Técnico II

MANOEL DE SOUZA MARTINS – Assistente Técnico II

NEIDE OLIVEIRA DA CUNHA – Assistente Técnica II

CASA CIVIL 2

EXONERADOS

JEFERSON CONTURBIA NEVES - Coordenador de Análise e Informações

MARIA LUZIA DE ALMEIDA - Assistente técnica

CASA MILITAR

EXONERADOS

THALITA GUIMARÃES GODINHO DE MORAIS - Assistente técnica

POLITEC

EXONERADOS 8

CLODOALDO CARVALHO QUEIROZ - Diretor de Interiorização

MARCOS ROGÉRIO DE PAULA - Corregedor-Geral

MARIA ALVES MARTINS - Assistente técnica

PIERRE BIANCARDINI JÚNIOR - Diretor Geral Adjunto

REGINALDO ROSSI DO CARMO - Assessor Técnico

ROSANA BORGES MONTEIRO - Diretora Metropolitana de Criminalística

RUBEM CARLOS TOEBE - Ouvidor

THIAGO FRANCISCO ZYS - Diretor Metropolitano de Laboratório Forense

NOMEADOS 8

ALAN ROBERTO DA FONSECA - Diretor Metropolitano de Criminalística

CLAUDINE DE CAMPOS BARACAT - Corregedor geral

DIEGO VIANA DE ANDRADE - Diretor Metropolitano de Laboratório Forense

JOSÉ DA SILVA - Diretor de Interiorização

RAIANA KATHERINE DA SILVA LIRA - Assistente Técnica

REGINALDO ROSSI DO CARMO - Diretor geral adjunto

RENATO BARBOSA GUANAES SIMÕES - Assessor técnico

ROSANA BORGES MONTEIRO - Ouvidora

SECRETARIA DE GESTÃO

EXONERADOS

KEILA GUEDES DA SILVA - Gerente de gestão de contratos

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO

EXONERADOS

REGIANE BERCHIELI - Secretária adjunta

PROCURADORIA GERAL

EXONERADOS 7

AIRARDE ALVES JUIZ JÚNIOR - Assessor técnico

PASQUALINA MARIA FERREIRA – Chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral Administrativa

MIRIAN ELISABETH NASCIMENTO – Chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral Adjunta

GUILHERME DE ALMEIDA ORRO RIBEIRO – Chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral Fiscal

WESLLEY LUCAS DE OLIVEIRA – Chefe de Gabinete de Precatórios e de Recuperação Fiscal

ALEXSANDER DALADIER PRADO SANTOS – Assessor Técnico III

THAIS SAES PRADO DE MELLO - Chefe de Gabinete do Subprocurador-Geral do Meio Ambiente

NOMEADOS 7

GUILHERME DE ALMEIDA ORRO RIBEIRO – Chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral AdministrativO

ALEXSANDER DALADIER PRADO SANTOS – Chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral de Coordenação de Cálculos de Precatórios e de Recuperação FiscaL

WESLLEY LUCAS DE OLIVEIRA – Assessor Técnico I

JOICE BARROS DOS SANTOS - Chefe de Gabinete do Subprocurador-Geral do Meio Ambiente

MARIA LEOPOLDINA CURVO DE CAMPOS CARDOSO – Chefe de Gabinete da SubprocuradoriaGeral Adjunta

ANNA PAULA BASTOS DE QUADROS – Chefe de Gabinete da Subprocuradoria-Geral Fiscal

MAISA CAMARGO MADRUGA – Assessora Técnica III

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Rede Estadual: Matrículas nos Cejas vão até 27/01

Os 25 Centros Educacionais de Jovens e Adultos (Cejas) da rede estadual ensino estão com matrículas abertas para novos alunos.  As inscrições devem ser feitas em das unidades até o dia 27 próximo. O ano letivo começa no dia 9 de fevereiro.

São oferecidas vagas para o ensino fundamental, médio e o profissionalizante. Os interessados devem procurar umas das unidades de ensino para ver a disponibilidade de vagas nos turnos desejados. (Veja abaixo a relação dos centros com telefones).

Os alunos poderão também buscar mais informações pelos telefones 3613-6325 e 08006473625 no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h.  Para o ensino fundamental,  o ingresso é para aluno a partir de 15 anos e médio a partir dos 18 anos.

É necessário que o interessado compareça munidos de documentos: RG, CPF e histórico escolar. Outras informações acesse o site da Secretaria de Estado de Educação (www.seduc.mt.gov.br).

OUTRAS VAGAS

Também estão abertas as matrículas em escolas da zona rural, indígenas, quilombolas e às salas anexas que atendem os alunos do sistema prisional e socioeducativo.

Veja a relação dos Centros de Educação de Jovens e Adultos em Mato Grosso

MUNICÍPIO CEJA FONE
ALTA FLORESTA EE Ariosto da Riva 66-35212258
BARRA DO BUGRES EE 15 de Outubro 65-33612160
BARRA DO  GARÇAS EE Marisa Mariano da Silva 66-34017839/34012262
CÁCERES EEMilton Marques Curvo 65-32236369
CONFRESA Creuslhi de Souza Ramos 66-35641148
COLÍDER EE Cleonice Miranda da Silva 66-35412672
CUIABÁ CEJA Jose de Mesquita; 65-36379437
CUIABÁ CEJA Antonio Cesário de F. Neto 65-33828754
CUIABÁ EE Almira de Amorim Silva 65-36414050
CUIABÁ CEJA Vera Pereira do Nascimento 65-36343709/36342814
DIAMANTINO CEJA Anísio Teixeira 65-33371182
JACIARA EE Marechal Rondon 66-34611778
JUÍNA EE Alternativa 66-35661534
JUARA EE Jose Dias 66-35562106/35564160
LUCAS DO RIO VERDE CEJA Jose de Alencar 65-35492838
MATUPÁ EE Luiza Miotto Ferreira 66-35952510
NOVA MUTUM CEJA Paulo Freire 65-33083912
PONTES E LACERDA EE 6 de Agosto 65-32662459
PRIMAVERA DO LESTE EE Getulio Dornelles Vargas 66-34988028
RONDONÓPOLIS EE Prof. Alfredo Marien 66-34219076
ROSÁRIO OESTE CEJA 25 de Junho 65-33561472
SORRISO EE Arão Gomes Bezerra 66-35441923
SINOP CEJA Benedito S. da Silva Freire 66-35317303
TANGARÁ DA SERRA EE Antonio Casagrande 65-33262178
VÁRZEA GRANDE EE Licínio Monteiro da Silva 65-36828841
 
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Rodovias de Mato Grosso serão "privatizadas"

O governo federal vai retomar o processo de concessão de nada menos que 2.612 quilômetros de rodovias em quatro trechos. As medidas serão essenciais para Mato Grosso, pois mais da metade dessas concessões servirão ao Estado e ajudarão a encurtar a rota para a China.

São 1.679,7 quilômetros de rodovias interligando Mato Grosso a estados como Goiás (caso da BR 364/060, num trecho de 703,7 km) e Pará (BR 163/230, num outro trecho de 976 km). O primeiro interligará Rondonópolis a Goiânia; o segundo vai de Sinop até o Porto de Piritituba, no vizinho estado do Pará. Ambos são considerados estratégicos como rota de escoamento de grãos.

Há, no entanto, entraves ao andamento dos processos, como a desaceleração da economia, o grande número de empresas do setor implicadas Operação Lava-Jato — várias construtoras investigadas são grandes acionistas de administradoras de rodovias —, regras mais duras para a concessão de crédito subsidiado do BNDES e juros mais elevados.

Mas o Ministério dos Transportes informou que o governo irá fazer essas concessões ainda no primeiro semestre de 2015. “Em 2014, foram iniciados 470 quilômetros de obras de duplicação. Foram concluídos 70 quilômetros, e para 2015-2018 os contratos assinados estabelecem obrigação de duplicação de 5,2 mil quilômetros”, afirma a pasta em relatório.

O diretor do Sindicato dos Transportadores de Mato Grosso (Sindmat), Claudio Rigatti, confirma, em parte, os dados do Ministério e comemora o anúncio da retomada. “Quanto mais portos e descargas aparecerem, melhor. Mais terminais de carga são sempre melhores pra todos. E eles estão fazendo as rodovias, pelo menos a 163, que está praticamente pronta”.

Mas o real impacto da inauguração desse trecho só será percebido mesmo a partir de fevereiro “que é quando melhora o fluxo de embarque”, continuou Rigatti.

Mesmo considerados trechos alternativos, ideais para fugas de pedágio, quem está de olho aberto sobre as concessões são os chineses, interessados em entrar no setor de obras no Brasil e cheios de apetite por essas novas licitações. Especialmente porque os negócios podem ser ampliados ao que vai ser transportado por elas: grãos, aves e suínos diretamente, por navio, à China via Porto de Piritituba, no Pará.

“O trecho da 060, em direção a Goiânia, não interfere muito no escoamento da produção, é interferência pequena, pois só utilizamos essa rota para Araguari, em Vitória, no Espírito Santo, para transporte de um volume razoavelmente pequeno. Porém, é importante [do ponto de vista logístico] porque integra Cuiabá a Brasília em pista dupla”, explica à reportagem o diretor executivo do Movimento Pró-Logística de Mato Grosso, Edeon Vaz Ferreira.

“Já a segunda rodovia [a BR 364/163, a que mexe com os sonhos chineses], é de extrema importância porque é um trecho em que teremos volumes crescentes de escoamento. Com números que em breve devem chegar a 30 milhões de toneladas, em Miritituba, segundo nossa projeção para 2025”, seguiu Vaz Ferreira.

As concessões se mantêm, segundo informa a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por um modelo já adotado no país desde 2013: o vencedor é sempre quem apresentar a menor tarifa de pedágio, cuja cobrança é condicionada à entrega de no mínimo 10% da duplicação das vias.

Mas há muito mais quando o assunto é preparar Mato Grosso para as próximas décadas do século XXI. “É muito importante [especificamente a 163] porque cabe não só rodovia como também pode ser explorada como ferrovia”, encerrou Ferreira. O único entrave, aqui, passaria a ser uma das áreas de floresta mais preservadas em todo o Estado do Pará. Praticamente uma nova rota para a China, não da seda, mas de grãos, carne e o que mais o Estado tiver a oferecer.

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